História de Afeto – Tia Juliana e o amor por suas “amoras”!
“… me levaram com elas e eu fiquei aqui com a saudade, mas com a certeza de que minhas amoras nunca se esqueceriam de mim”.
Juliana sempre viveu rodeada por homens: irmão, marido, filho, enteados e vários sobrinhos! Mas no meio de toda essa testosterona, tem sua irmã, que deu a ela a alegria de ser tia de Laura e Letícia, suas sobrinhas queridas! Elas moravam em Brasília, e Juliana em Belo Horizonte: se desdobravam para estarem sempre juntas!
Laura e Letícia são as “amoras” da tia Juliana – nome carinhoso pro AMOR no universo feminino! Num certo momento, a Letícia foi fazer intercâmbio nos EUA e a Laura foi pra França fazer faculdade… e o coração de tia Juliana? Como que estava ficando? Apertadinho só de pensar nessa distância toda de suas “amorinhas”!
“Um dia vi sua pulseira “amor” e pensei: ahhh vou fazer três pulseiras “amoras” prá gente e assim eternizar nossos laços de afeto desafiando o tempo e a distância”.
Será que as meninas amaram? Claro! E tia Juliana também! Afinal, a simbologia de amor e conexão que a joia representa é exatamente o sentimento que existe entre elas.
Durante todo esse tempo distante uma da outra, sempre enviavam fotos da pulseira “amora” para manter essa conexão.
“Ana, muito obrigada por atender o meu pedido com tanto carinho!”
Ahh que coisa mais linda, gente! Que amor mais puro entre tia e sobrinhas, né? Ju, querida! Amei poder eternizar todo esse carinho entre você e suas “amorinhas” numa joia tão cheia de significado! Um beijo grande!
E qual joia você escolheria para usar junto com seus parentes, amigos ou familiares, assim como a Ju e as meninas? Quero saber!




























A Ro sempre quis um irmão, e o Robert chegou com uma diferença de quase 9 anos, sim, a mãe deles enrolou muito a Ro até que ela ganhasse um irmãozinho. Por causa dessa diferença, ela sempre se sentiu a cuidadora dele, e os dois sempre foram muito grudados! ele sempre foi muito mais do que ela sonhou: além de companheiro, ele é muito inteligente. 

Nos emocionamos muito no dia da entrega! O levamos para comer uma pizza, em plena segunda-feira. Era o único jeito de enganá-lo. E lá, entregamos a caixa para ele. Ele tremeu, chorou, se emocionou… e disse que não larga mais!









